Polícia (584)

Sexta, Ago 11 2017
Avalie este item
(1 Votar)

Dois adolescentes envolvidos na criminalidade foram detidos na noite de quinta-feira, 10 de agosto, em operação nos predinhos do Bairro Jardim São Carlos. Participaram a Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal.

Os menores são conhecidos por “Alemão” e “Baianinho Zika”. Eles são envolvidos em diversos crimes, como tráfico de drogas, furto e roubo. Ambos também impõe medo aos moradores do conjunto habitacional.

Um destes moradores foi agredido e ameaçado, e aproveitou a ocasião para se mudar sob escolta policial. Um portão anteriormente instalado pelo Município foi retirado por funcionários da Prefeitura uma vez que era utilizado pelos suspeitos para monitorar o tráfego de veículos no local. 

Os menores seguiram para uma clínica de dependentes existente em Alfenas. Ambos, juntamente com os responsáveis, aceitaram a condição, pois a outra opção seria uma instituição para menores infratores em Sete Lagoas.

 

Sexta, Ago 11 2017
Avalie este item
(0 votos)

Uma história que poderia ter terminado em tragédia foi evitada pelos trabalhos investigativos da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), no Sul de Minas. Trata-se do seqüestro de um bebê de cinco meses, no município de Cabo Verde, que resultou na prisão de três pessoas. Uma adolescente de 13 anos também foi apreendida por ato infracional análogo ao mesmo crime. O fato ocorreu na manhã de ontem (10), quando a mãe da criança, de 22 anos, teria sido dopada e a menina levada para a cidade de Espírito Santo do Pinhal, em São Paulo. O bebê foi resgatado e entregue à família.

Fonte: Polícia Civíl 

Foram presos Lindaura Alves de Oliveira, 46 anos, Cíntia Tomás de Carvalho, 23, e Pedro José da Silva, 69 anos. Lindaura foi localizada em São Paulo, já Cíntia, em Andradas, e Pedro e a adolescente, em Cabo Verde, ambos os municípios do Sul de Minas.

Conforme apurado pela PCMG, Lindaura, cidadã de Cabo Verde, estaria, há muito tempo, planejando alguma forma de conseguir uma criança. Ela teria, inclusive, feito contato com enfermeiras no Hospital de Cabo Verde de modo a conseguir uma Declaração de Nascido Vivo (DNV), para que pudesse registrar uma filha em seu nome a partir de um seqüestro. Ela acabou conseguindo um certidão de nascimento de pessoa inexistente com a declaração de nascido vido obtida de forma fraudulenta junto a um cartório do Estado de São Paulo, documento este apreendido pela PCMG.

Ouvida na delegacia, Cíntia confirmou que, no dia dos fatos, juntamente com Lindaura, de carona com o motorista de táxi Pedro, teria passado pela casa da vítima para pedir um copo de água, quando ocorreu o crime.

Cíntia atesta também, em seu depoimento, que o taxista teria ciência da participação indireta no crime, uma vez que recebeu de Lindaura, quando chegaram a seu destino final, a quantia de R$ 450, valor acima do normal para o trajeto realizado – o valor habitual seria de R$ 250 a R$ 300..

A partir das acareações, restou provado pela Polícia que todos, inclusive a filha adolescente de Lindaura, tinham conhecimento e discernimento que levavam um recém-nascido no veículo conduzido por Pedro, uma vez que a criança não foi escondida, mas sim levada o tempo todo no colo de Lindaura.

Foto da delegada Michele com o bebê 

Diante de informações de que a criança teria sido vista na companhia de Lindaura e de que Pedro teria sido avistado também com Lindaura, a Polícia Civil mobilizou todas as equipes da Delegacia Regional de Poços de Caldas e localizou, em um sítio localizado em Espírito Santo do Pinhal (SP), a vítima, que estava em companhia de Lindaura, presa em flagrante.

Já Pedro e adolescente foram detidos em Cabo Verde, e Cíntia, na cidade de Andradas. Eles respondem pelos crimes de pelo crime/ato infracional disposto no artigo 148, §1°, IV, c/c art.29 do CP.

 

Quinta, Ago 10 2017
Avalie este item
(0 votos)

Polícia apreende 29 caminhões e máquinas que seriam usadas para roubo de café no Sul de Minas. Eles pertenceriam a uma quadrilha especializada que oferecia o serviço de beneficiamento de café para produtores da região. A suspeita é que mais de R$ 100 mil em café fossem desviados diariamente.

Nesta terça-feira, 11 veículos já haviam sido apreendidos. Segundo a Polícia Civil, há três anos os bandidos vinham do Espírito Santo e prestavam serviço para os produtores ao lavar o café, mas uma alteração nas máquinas fazia com o que parte dos grãos fosse para um fundo falso e ficasse escondido.

Os veículos foram apreendidos em diversas cidades da região, sendo que só em Botelhos foram localizados nove deles, que foram levados para um pátio do Detran-MG. Três pessoas já foram presas. Agora a polícia já busca os membros da quadrilha. Fonte Melhor do Sul de Minas

 

 

 

Terça, Ago 08 2017
Avalie este item
(0 votos)

elo menos 28 pessoas foram presas durante uma operação de combate ao crime organizado na manhã desta terça-feira (8) em cinco cidades do Sul de Minas. Segundo o Ministério Público, a "Operação Argos", como foi nomeada, tem o objetivo de combater organizações criminosas ligadas a roubos, explosões de caixas eletrônicos, homicídios, tráfico de drogas e rebeliões. Conforme as investigações, o grupo, comandado de dentro da Penitenciária de Três Corações, arquitetava os crimes.

Ainda de acordo com o MP, a operação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo Varginha (MG), com apoio da Polícia Militar. Ao todo, as denúncias abrangem 124 crimes.

Foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e 28 mandados de prisão preventiva nas cidades de Três Corações, Varginha, Cambuquira, Boa Esperança e Carmo da Cachoeira. Anteriormente, 25 pessoas já haviam sido presas, totalizando 53 prisões durante 11 meses de investigação.

Além das prisões foram apreendidas maconha, crack, cocaína, armas, munições e explosivos. Mais de 100 policiais militares e três promotores de justiça participaram da ação. Uma aeronave e 26 viaturas também foram utilizadas na operação.

Os suspeitos foram levados para a sede do Ministério Público em Três Corações. Eles podem responder pelos crimes de receptação, porte de armas, tráfico de drogas e organização criminosa.  Fonte: EPTV

Quarta, Ago 02 2017
Avalie este item
(0 votos)

Os proprietários de uma fazenda em Carmo da Cachoeira (MG) foram intimados pela Justiça a cumprir uma série de regularizações após terem sido flagrados mantendo trabalhadores em condições análogas à escravidão. A fiscalização foi realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em agosto de 2016. A liminar foi concedida nesta terça-feira (1º) deferida pelo juiz titular da Vara do Trabalho de Três Corações (MG), Luiz Olympio Brandão Vidal.

Segundo o auto de infração, durante a fiscalização, foram encontrados sete trabalhadores prestando serviço na colheita do café de domingo a domingo. Além disso, os empregados estavam sem registro, sem acesso a água potável, equipamentos de proteção individual, e ainda itens mínimos de estrutura nos alojamentos, como cama, colchão, fogão, geladeira ou armários. No local, os alimentos eram armazenados em prateleiras de madeira, expostos a ratos e outros tipos de parasitas.

Após a denúncia, o MPT solicitou uma série de medidas de regularização, que foram deferidas em caráter liminar nesta semana, valendo para os contratos de trabalho atuais e futuros. Entre as obrigações estão: não submeter empregados a jornadas exaustivas e a situações degradantes; efetuar registro e assinaturas em carteiras de trabalho, nos prazos legais; conceder descanso semanal remunerado de 24 horas consecutivas; fornecer equipamentos de proteção individual adequados ao risco; disponibilizar água potável nas frentes de trabalho; adequar alojamentos oferecendo camas, colchões, roupas de cama, instalações sanitárias e chuveiros com água quente.

A ação tramita na Vara do Trabalho de Três Corações, mas com a liminar, os dois fazendeiros donos da propriedade devem cumprir as obrigações até o fim do julgamento da ação, sob pena de multas que variam de R$ 3 mil a R$ 5 mil, por trabalhador encontrado em situação irregular e a cada constatação. Caso a fazenda seja flagrada novamente explorando trabalho degradante, ainda estará sujeita ao pagamento de multa no valor de R$ 50 mil, acrescida de R$ 10 mil por trabalhador.

O MPT solicitou ainda a condenação dos empregadores ao pagamento de indenização por dano moral coletivo de no mínimo R$ 200 mil e também a condenação ao pagamento de indenizações individuais a cada um dos sete trabalhadores encontrados em situação de trabalho análogo ao de escravo, no valor de R$ 10 mil.

"Essa indenização individual também poderá ser estendida a outros trabalhadores que tenham laborado para os réus, nas mesmas condições. O valor se refere aos danos básicos decorrentes da situação de submissão às condições análogas às de escravo", explicou Letícia Moura Soares, procuradora do Trabalho que atuou no caso.

A primeira audiência do processo, que vai ouvir as duas partes, está marcada para o dia 30 de agosto deste ano.  Fonte: EPTV

 

Quarta, Ago 02 2017
Avalie este item
(0 votos)

A família de um gerente da Caixa Econômica Federal foi feita refém na noite desta segunda-feira (1º) em Campos Gerais (MG). Um homem foi preso e um menor foi apreendido pela Polícia Civil. A família foi feita refém durante aproximadamente 1h.

Por volta de 20h30, a Polícia Militar foi informada que criminosos teriam entrado em uma casa no bairro Bela Vista. Ao chegarem no local, os militares encontram os dois suspeitos fazendo o gerente, sua esposa e duas crianças, sendo uma de 8 e outra de 1 ano, reféns.

"Diversas tentativas de chamar pela vítima. E ela apresentou-se na janela e fez o sinal de positivo, mas demonstrando muito nervosismo. Aí que foi a suspeição da Polícia Militar que havia alguma coisa errada no interior da residência", explica o capitão Gláucio Luciano.

Em seguida, os policias entram na casa e começam a negociar com os criminosos. A conversa é tensa. "Presta bem atenção, se vocês não têm nada a perder, nós também não temos nada a perder", chega a dizer um dos policiais. "Vamos começar agora a cumprir nossa palavra. Vamos começar. Vamos terminar isso daí?", continua.

Depois de quase duas horas de negociações, os criminosos liberam a família. Ninguém se feriu. O suspeito, de 35 anos, e o adolescente, de 16 anos, já tinham passagens pela polícia.

"A intenção deles era render os familiares, deixar amanhecer o dia, e comparecer com a vítima funcionária do banco até o banco para sacar dinheiro, enquanto o outro permanecia com as outras vítimas como reféns", conta o capitão.

O homem foi preso e encaminhado para o presídio de Alfenas (MG). Já o jovem será apresentado nesta quarta-feira (2) para a Justiça.  Fonte: EPTV

 

Publicidade