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Quarta, Out 11 2017
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A Educação a Distância é a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos. Esta definição está presente no Decreto 5.622, de 19.12.2005 (que revoga o Decreto 2.494/98), que regulamenta o Art. 80 da Lei 9.394/96 (LDB) .

A EaD, em sua forma empírica, é conhecida desde o século XIX. Entretanto, somente nas últimas décadas passou a fazer parte das atenções pedagógicas. Ela surgiu da necessidade do preparo profissional e cultural de milhões de pessoas que, por vários motivos, não podiam frequentar um estabelecimento de ensino presencial, e evoluiu com as tecnologias disponíveis em cada momento histórico, as quais influenciam o ambiente educativo e a sociedade.

No final da Primeira Guerra Mundial, surgiram novas iniciativas de ensino a distância em virtude de um considerável aumento da demanda social por educação. O aperfeiçoamento dos serviços de correio, a agilização dos meios de transporte e, sobretudo, o desenvolvimento tecnológico aplicado ao campo da comunicação e da informação influíram decisivamente nos destinos da educação a distância. Em 1922, a antiga União Soviética organizou um sistema de ensino por correspondência que em dois anos passou a atender 350 mil usuários. A França criou em 1939 um serviço de ensino por via postal para a clientela de estudantes deslocados pelo êxodo.

A partir daí, começou a utilização de um novo meio de comunicação, o rádio, que penetrou também no ensino formal. O rádio alcançou muito sucesso em experiências nacionais e internacionais, tendo sido bastante explorado na América Latina nos programas de educação a distância do Brasil, Colômbia, México, Venezuela, entre outros.

Após as décadas de 1960 e 1970, a educação a distância, embora mantendo os materiais escritos como base, passou a incorporar articulada e integradamente o áudio e o videocassete, as transmissões de rádio e televisão, o videotexto, o computador e, mais recentemente, a tecnologia de multimeois, que combina textos, sons, imagens, assim como mecanismos de geração de caminhos alternativos de aprendizagem (hipertextos, diferentes linguagens) e instrumentos para fixação de aprendizagem com feedback imediato (programas tutoriais informatizados) etc.

Atualmente, o ensino não presencial mobiliza os meios pedagógicos de quase todo o mundo, tanto em nações industrializadas quanto em países em desenvolvimento. Novos e mais complexos cursos são desenvolvidos, tanto no âmbito dos sistemas de ensino formal quanto nas áreas de treinamento profissional.

A educação a distância foi utilizada inicialmente como recurso para superação de deficiências educacionais, para a qualificação profissional e aperfeiçoamento ou atualização de conhecimentos. Hoje, cada vez mais foi também usada em programas que complementam outras formas presenciais, face a face, de interação, e é vista por muitos como uma modalidade de ensino alternativo que pode complementar parte do sistema regular de ensino presencial. Por exemplo, a Universidade Aberta oferece comercialmente somente cursos a distância, sejam cursos regulares ou profissionalizantes.

Brasil

No Brasil, desde a fundação do Instituto Radiotécnico Monitor, em 1939, hoje Instituto Monitor, depois do Instituto Brasileiro, em 1941, e o Instituto Padre Reus em 1974, várias experiências de educação a distância foram iniciadas e levadas a termo com relativo sucesso. As experiências brasileiras, governamentais e privadas, foram muitas e representaram, nas últimas décadas, a mobilização de grandes contingentes de recursos. Os resultados do passado não foram suficientes para gerar um processo de aceitação governamental e social da modalidade de educação a distância no país. Porém, a realidade brasileira já mudou e o governo brasileiro criou leis e estabeleceu normas para a modalidade de educação a distância no país.

Em 1904, escolas internacionais, que eram instituições privadas, ofereciam cursos pagos, por correspondência. Em 1934, Edgard Roquette-Pinto instalou a Rádio-Escola Municipal no Rio de janeiro no projeto para a então Secretaria Municipal de Educação do Distrito Federal dirigida por Anísio Teixeira integrando o rádio com o cinema educativo (Humberto Mauro), a biblioteca e o museu escolar numa pioneira proposta de educação a distância. Estudantes tinham acesso prévio a folhetos e esquemas de aulas. Utilizava também correspondência para contato com estudantes. Já em 1939 surgiu em São Paulo o Instituto Monitor, na época ainda com o nome Instituto Rádio­ Técnico Monitor. Dois anos mais tarde surge a primeira Universidade do Ar, que durou até 1944. 

Durante a década de 1960, com o Movimento de Educação de Base (MEB), Igreja Católicam e Governo Federal utilizavam um sistema rádio-educativo: educação, conscientização, politização, educação sindicalista, etc.. Em 1970 surge o Projeto Minerva, um convênio entre Fundação Padre Landell de Moura e  Fundação Padre Anchieta para produção de textos e programas. Dois anos mais tarde, o Governo Federal enviou à Inglaterra um grupo de educadores, tendo à frente o conselheiro Newton Sucupira: o relatório final marcou uma posição reacionária às mudanças no sistema educacional brasileiro, colocando um grande obstáculo à implantação da Universidade Aberta e a Distância no Brasil.

Na década de 1970, a Fundação Roberto Marinho começou a oferecer o telecurso, um programa de educação supletiva a distância para ensino fundamental e ensino médio. Essa foi uma maneira de incluir para educar, disponibilizando aulas transmitidas através da emissora de televisão Rede Globo para milhares de brasileiros que precisavam concluir o ensino básico, já que a televisão era, e é, o principal meio de comunicação no Brasil, com a maior cobertura.

Entre as décadas de 1970 e 1980, fundações privadas e organizações não-governamentais iniciaram a oferta de cursos supletivos a distância, no modelo de teleducação, com aulas via satélite complementadas por kits de materiais impressos, demarcando a chegada da segunda geração de EaD no país. A maior parte das Instituições de Ensino Superior brasileiras mobilizou-se para a EaD com o uso de novas tecnologias da comunicação e da informação somente na década de 1990. Em 1992, foi criada a Universidade Aberta de Brasília (Lei 403/92), podendo atingir três campos distintos: a ampliação do conhecimento cultural com a organização de cursos específicos de acesso a todos, a educação continuada, reciclagem profissional às diversas categorias de trabalhadores e àqueles que já passaram pela universidade; e o ensino superior, englobando tanto a graduação como a pós-graduação. Em 1994, teve início a expansão da Internet  no ambiente universitário. Dois anos depois, surgiu a primeira legislação específica para educação a distância no ensino superior. As bases legais para essa modalidade foram estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases na Educação Nacional n°9.394, de 20 de dezembro de 1996, regulamentada pelo decreto n°5.622 de 20 de dezembro de 2005, que revogou os decretos n°2.494 de 10 de fevereiro de 1998, e n°2.561 de 27 de abril de 1998, com normatização definida na Portaria Ministerial n°4.361 de 2004.

No decreto n°5.622 dita que, ficam obrigatórios os momentos presenciais para avaliação, estágios, defesas de trabalhos e conclusão de curso. Classifica os níveis de modalidades educacionais em educação básica, de jovens e adultos, especial, profissional e superior. Os cursos deverão ter a mesma duração definida para os cursos na modalidade presencial.

Os cursos poderão aceitar transferência e aproveitar estudos realizados em cursos presenciais, da mesma forma que cursos presenciais poderão aproveitar estudos realizados em cursos a distância. Regulariza o credenciamento de instituições para oferta de cursos e programas na modalidade a distância (básica, de jovens e adultos, especial, profissional e superior).

 

 

 

 

Quinta, Set 14 2017
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Acidente deixa avenida Lincon Westin da Silveira congestionada na manhã desta quinta-feira(14). 

Próximo ao acidente , possui uma Faculdade (Unopar) que junto com os comerciantes locais já requisitaram quebra molas, faixa de pedestre a Prefeitura de Alfenas, mais nada foi feito até o momento. No local já foi registrados vários acidentes , envolvendo pedestre e veículos.

 

 

Quinta, Ago 31 2017
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De 31 de julho a 5 de agosto, a delegação alfenense de tênis de mesa esteve presente na Etapa Estadual dos Jogos Escolares de Minas Gerais, o JEMG, e obteve resultados significativos.

Resultados do tênis de mesa

No Módulo I Masculino, a delegação alfenense obteve a 9ª colocação com Igor Santos, aluno do Colégio CRA.

No Módulo II Masculino, os resultados foram os seguintes: 3º lugar para Luís Gustavo Cesário, 4º lugar para Eduardo Cesário, e 6º lugar para Marcos Antônio Júnior, todos alunos da E. E. Dr. Emilio Silveira. Lucas Lino, da E. E. Samuel Engel obteve o 10º lugar.

No Modulo II Feminino, Ana Vitória Oliveira conquistou o 1º lugar, Ana Júlia Nogueira ficou em 3º lugar, e Ana Gabrieli Oliveira ficou na 5ª colocação – todas alunas da E. E. Samuel Engel.

Com o resultado, a campeã Ana Vitória irá disputar a fase nacional dos jogos escolares no Módulo II (de 15 a 17 anos) dos JOGOS ESCOLARES DA JUVENTUDE, que será realizado em Brasília, de 16 a 25 de novembro.

Os atletas alfenenses dos Módulos II Feminino e Masculino conquistaram o 1º lugar na categoria troféu de equipe.

Alfenense é Técnica Destaque – Anos 2016 e 2017

A Professora de Educação Física Rayane Eduarda Menezes Lorenzo, de 23 anos, recebeu o título de Técnica Destaque no Tênis de Mesa pelas mãos da SRE de Varginha.

A escolha da Técnica Destaque é feita a partir dos resultados dos atletas no campeonato. Alfenas já subiu ao pódio do JEMG no tênis de mesa 5 vezes, e em 5 anos levou atletas alfenenses a disputar a competição de altíssimo nível e destaque, os JOGOS ESCOLARES DA JUVENTUDE – etapa nacional dos jogos escolares.

Segundo Rayane, Alfenas é considerada uma das equipes mais fortes do tênis de mesa no JEMG: “Isso traz pra mim um feedback, um sinal de que o trabalho que vem sendo feito há cinco anos está dando certo”, afirma.

“Agradeço o apoio de dois grandes incentivadores do Tênis de Mesa em Alfenas: a Academinas e a Prefeitura Municipal de Alfenas, através das secretarias de Esporte e Educação e Cultura”, relata a técnica.

Na opinião de Rayane, Alfenas tem se destacado no tênis de mesa dos jogos escolares devido ao trabalho de massificação feito pela Prefeitura, por meio do Cidade Escola: “conseguimos atingir diversos alunos em diferentes lugares, tendo um grande número de praticantes. Com esse trabalho de massificação, conseguimos lapidar jovens talentos e obter resultados satisfatórios com alto nível de rendimento, em âmbito nacional”, comenta ela.

 ASCOM/Prefeitura de Alfenas

Quarta, Ago 30 2017
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Com o objetivo de divulgar uma das novas vocações de Alfenas, acontecerá pela primeira vez a FITE - Feira de Inovação Tecnológica e Empreendedorismo, no dia 16 de setembro, na Concha Acústica de Alfenas.

O evento contará com palestras de empreendedores e especialistas no tema e tem como objetivo atrair o público alfenense, desde estudantes de ensino Fundamental e Médio até os empresários da cidade e região. Também haverá apresentações culturais de dança, música e teatro, incentivadas pelo programa Cidade Escola, da Prefeitura Municipal de Alfenas. O espaço da Concha Acústica receberá stands de diversas instituições e empresas da região.

No dia 29 de setembro foi realizada reunião na Câmara Municipal de Alfenas para alinhar os últimos detalhes da FITE, como logística, stands e programação. Participaram da reunião representantes do Programa Cidade Escola, da Secretaria de Juventude e Turismo de Alfenas, da coordenação do curso de Administração da Unifenas, do Sebrae, do Unis, da NidusTec, da Sedectes (Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) e da Prepara Cursos.

Fotos e texto: ASCOM/ Câmara Municipal de Alfenas

 

Quinta, Ago 24 2017
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A Conselheira Municipal de Saúde, Cione Silva, representou Alfenas na 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, organizada pelo Conselho Nacional de Saúde.

A Conferência foi realizada de 17 a 20 de agosto, em Brasília, e contou com a presença de aproximadamente 1.800 delegadas e delegados de todo o Estado da Federação.

Com o tema “Desafios para Equidade com Qualidade: “Nenhum Direito a Menos”, o evento teve por objetivo debater e votar propostas de políticas públicas de saúde voltadas para mulheres.

 ASCOM/Prefeitura de Alfenas

 

Quarta, Ago 23 2017
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A prisão cautelar é a mais excepcional das medidas e não pode ser estabelecida com base em suposições. Com esse entendimento, o ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça, concedeu Habeas Corpus a dois empresários acusados de participar de esquema de roubo e receptação de cargas.

Os autores da ação são donos de uma loja de bebidas na cidade de Ibiporã, no Paraná. São acusados junto com outras pessoas de formar o esquema de rouco e receptação.

O juiz que decretou a prisão dos suspeitos afirmou na decisão que os crimes foram praticados “em tese, pelos investigados”, que existem “fortes indícios” que eles formam uma organização criminosa e que “maioria” dos investigados possui antecedentes criminais.

Atuando na defesa dos dois empresários, os advogados Lucas Andrey BattiniGuilherme Maistro Tenorio Araujo ressaltaram no HC apresentado ao STJ que seus clientes não possuem antecedentes e que contra eles pesam "apenas suposições". Eles ressaltaram que, ao decretar a prisão, o juiz considerou o grupo como uma coisa só, sem individualizar os suspeitos.

Os argumentos foram acolhidos pelo ministro Reis Júnior, que ressaltou que a prisão cautelar só deve ser estabelecida se for comprovada sua inequívoca necessidade.

“Não há, por ora, dados concretos (mas, apenas suposições) que indiquem que os pacientes tentaram obstruir as investigações e, muito menos, que eles pretendem fugir da comarca. Quanto ao risco de reiteração de criminosa, o Magistrado tratou todos os investigados de uma única forma, como se todos tivessem antecedentes criminais e, por isso, pudessem continuar a prática delitiva. O que não condiz com a realidade”, disse o ministro. Fonte: ConJur

 

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